quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Os judeus são os descendentes do pequeno povo de Israel e o Antigo Testamento conta sua história entre 1800 e 500 anos antes de Cristo. Em doze séculos, o Povo da Bíblia recebeu diversos nomes. Primeiro, Hebreus, antes de sua entrada no país de Canaã, aproximadamente em 1235 a.C.; depois o Povo de Israel, quando se estabeleceram em Canaã, até o exílio – por volta de 1235-586 a.C.; e finalmente, os Judeus, em 536 a.C., após o exílio.
Os mais antigos vestígios do texto bíblico foram descobertos em 1947, nas proximidades do Mar Morto, rolos de pergaminho de 2.000 anos, conservados em jarras. Na Idade Média, os monges copiavam a Bíblia em pergaminhos.
O Antigo Testamento pode ser classificado em cinco grupos distintos: A Lei, Os Livros Históricos, Os Livros Poéticos, Os Profetas e Os Livros Deuteronômicos. Foi redigido em dez séculos, não sendo assim obra de um único autor, mas de uma imensa gama de escritores, na maior parte anônimos.
Nesta epopéia religiosa, anterior à invenção da escrita, transmitida oralmente de pai para filho, há milênios, há estilos bastante diversificados: narrativas históricas, como o Livro dos Reis; contos, como Jonas; poemas, como em Cântico dos Cânticos; orações, como os Salmos; ensinamentos, como Provérbios. É interessante observar que a ordem de classificação dos textos bíblicos não correspondem à ordem cronológica em que foram escritos: a primeira página da Bíblia foi escrita no século VI a.C.; as seguintes, quatro séculos antes; enquanto que o conto de Jonas escrito no século IV a.C. precede o livro do profeta Miquéias datado do século VIII a.C.
Foi o primeiro livro impresso por Gutenberg, em 1450, dando início ao que chamamos de "galáxia de Gutenberg em expansão". Em 1980, foram vendidas 10 milhões de Bíblias, em 275 línguas. É um livro que desde sua existência inspira poetas, pin-tores, escultores, escritores e pensadores de diferentes raças, etnias e nações. Erasmo (1469-1536) sintetiza, assim, a importância desse livro através dos tempos:
"Eu desejo que a Bíblia seja traduzida em todas as línguas, para que os escoceses, irlandeses, assim como os turcos e os árabes a possam ler e compreender. Eu gostaria que o lavrador a cantasse seguindo seu arado, que o tecelão a cantarolasse enquanto tecesse e que o viajante esquecesse seu cansaço relendo suas histórias."
O Antigo Testamento se inicia com a narrativa da Criação, que é um belo poema dedicado à glória de Deus: No começo, Elohim criou os céus e a terra. A terra era deserta e vazia e o espírito de Elohim planava acima das águas. — Genêsis 1:1-2
Épico, relatando a aventura do homem buscando conhecer e amar seu Criador, encontramos em suas páginas as mais emocionantes elocuções poéticas:
"Não tenha medo, eu o resgatei, eu o chamei pelo seu nome, você é meu. Quando você atravessar as águas, eu estarei com você e os rios não vão submergí-lo. Quando você andar no meio do fogo, você não se queimará e a chama não o consumirá. Pois eu sou Javé, seu Deus, o santo de Israel, seu salvador. Não tenha medo, pois estou com você. Juntarei o seu povo do oriente e do ocidente. Direi ao norte: dê! e ao centro: não segurem, aproximem meus filhos de longe e minhas filhas da extremidade da terra, todos aqueles que se chamam com o meu nome, todos aqueles que, para a minha glória, eu criei, formei e fiz." — Isaías 43:1-7
A narrativa contempla histórias que formam o inconsciente coletivo da raça humana: Adão e Eva, Caim e Abel, Torre de Babel, Arca de Noé, Abraão, Nascimento de Isaac, Expulsão de Ismael, Sacrifício de Isaac, Luta de Jacó, José do Egito, Sarça Ardente, Saída do Egito, Travessia do Mar, Lei da Aliança, Davi contra Golias, a estrangeira Rute e centenas de outras.
O nome de Deus é formado neste Livro por consoantes que não podem ser pronunciadas. É o Tetagrama Sagrado. Elohim, Deus, Javé, Jeová, Adonai são nomes substitutos como o Senhor, Todo-Poderoso, o Pai. Javé, em hebraico, lê-se da direita para a esquerda: HWHY.
O Antigo Testamento conservou apenas as quatro consoantes do nome de Deus. Esse nome que vem do verbo ser, pode ter três significados:
(1) Eu sou quem eu sou,
(2) Eu sou aquele que é,
(3) Eu sou quem eu serei.
A lei fundamental é: "Você amará Javé, seu Deus, com todo o seu coração, com toda a sua alma e com todo o seu poder." (— Deuteronômio 6:4) e "Você amará a seu próximo como a si mesmo." — Levítico 19:18
Tão poderoso é o texto bíblico, que vem inspirando ao longo do tempo o comportamento humano, estabelecendo as bases da legislação da grande maioria dos países do mundo, que encontra nos Dez Mandamentos a base do seu ordenamento jurídico, moral e ético:
• Você não terá outros deuses além de mim.
• Você não fará idolos.
• Você não falará em vão o nome de Javé.
• Lembre-se do dia de Sabá para o santificar.
• Honre seu pai e sua mãe.
• Não mate.
• Não cometa adultério.
• Não roube.
• Você não prestará falso testemunho contra o seu próximo.
• Você não vai cobiçar a casa do seu próximo; você não vai cobiçar a mulher do próximo, nem seu criado, nem sua criada, nem seu boi, nem seu asno, nada que pertencer ao seu próximo. — Exodo 20:3-17
Diz-nos, ainda, este Livro Sagrado:
A Deus pertencem os pilares do mundo. Sobre eles Ele colocou a terra . . . — Samuel 1:2-8
Que minha língua se cole no céu da boca caso eu não louve Jerusalém com toda a minha alma! — Salmos 137:6
Javé me disse: eu coloquei minhas palavras na sua boca! — Jeremias 1:9-10
Vou dispersá-lo entre as nações — Levítico 26:33
Aquele que dispersou Israel o reunirá de novo. — Jeremias 31:10
Escute, Israel, os preceitos e as sentenças que digo. Vocês vão aprender e vão cuidar de colocá-los em prática. -— Deuteronômio 5:1
E a pontificar sobre o sequioso espírito humano, temos este belo Salmo de Davi:
Javé, meu Deus, eu chamo durante o dia, grito de noite na sua presença, que chegue a você a minha oração, ouça o meu clamor. E para você eu grito, Javé, desde o amanhecer a minha oração o procura. Porque Javé rejeita a minha alma, me esconde a sua face?" — Salmo 88
sexta-feira, 1 de junho de 2007
Panorama
Bíblico
Antigo e Novo Testamento
Fundamentos
Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim, poderosas em
Deus, para destruir fortalezas; anulando sofismas e toda altivez que se
levante contra o conhecimento de Deus, levando cativo todo pensamento
à obediência de Cristo.
2Coríntios 10:4,5
Profº Nelson Oliveira, Bacharel
O que é, e o que se propõe a fazer um panorama Bíblico:
O objetivo do presente texto é proporcionar uma visão panorâmica, que venha a abranger todas as categorias bíblicas, sem porém entrar nos detalhes da análise de cada uma delas, numa visão como a mesma palavra que vem do grego significa ( παν (pan), que significa "total", e ὅραμα (órama), que significa "vista").
Aqui apresentaremos aquelas questões que o ajudarão a olhar melhor o texto e assim
entender melhor sua linguagem. Construiremos assim um panorama, a olhar, a distância; como fazem os generais seus estratagemas, vendo tudo, porem não sendo visto por seus inimigos.Estaremos assim incumbidos de entender todas as peculariedades e nuances da Bíblia, e a tarefa de ter por estima a procura das verdades inquestionáveis - axioma contidas na Bíblia, nossa pesquisa deve partir de um procedimento racional e sistemático( Histórico), visando a nos ater a um conjunto de etapas e processos a serem vencidos ordenadamente, na investigação dos fatos ou na procura de uma verdade que as vezes inquieta. Não se pode valer dela sem conhecê-la bem! "Lembra dos tempos em que a Bíblia era a
grande fonte de conhecimento e que, para encerrar um diálogo ou para ganhar
um debate se apelava: «está escrito na Bíblia!». Às vezes nem estava. Mas,
como poucas pessoas liam e memorizavam a Bíblia, essa evocação surtia um
efeito falacioso muito forte." (1)
Referências:
(1) Wildoberto Batista Gurgel/METODOLOGIA NAS CIÊNCIAS HUMANAS. pag 2
Na bibliografia alistamos alguns livros onde o aluno(a) poderá encontrar todo material necessário para a análise dos livros da Bíblia
Aula I
Sobre a Bíblia
A Palavra de Deus transcende as culturas e locais em que foi expressa e tem a capacidade de se propagar em outras culturas, de maneira a atingir todas as pessoas humanas no contexto cultural e social em que vivem. A inculturação, já presente na própria Bíblia e em suas sucessivas traduções, exige que se destaquem as constantes ou as leis do processo histórico de inculturação da Bíblia e nela, de cada texto, para que se elabore uma metodologia que possibilite uma correta inculturação em nosso tempo pluriétnico e pluricultural.
Pois bem deve ser de grande importância o porquê de se documentar, registrar um acontecimento, ficando documentado assim em um “livro” *. Pode até parecer que era comum a documentação, mas o registro histórico não era comum a pequenos povos, somente civilizações mais avançadas, as faziam(É digno de nota, que mesmo os Egípcios com povo não remontam sua história, descrevesse a si mesmos, como sempre tendo existido, desde de todo sempre), a razão disso é até bem simples: Se um pequeno povo, que a base de sua vida é caminhar de região a região como nômades , não há muito o que se registrar, basta-lhes a tradição oral. Não precisam portanto como fazem as grande civilizações, que precisam erguer grandes cidades e administrá-las e documentar para que outros aprendam ou mesmo aperfeiçoem o que outros começaram.
Nosso método busca explicar: Quais motivos a Bíblia foi escrita e que impacto causou nos Hebreus, que era um povo seminômade. É equivocado o pressuposto, que os Hebreus documentavam desde o início a sua história. Até mesmo a dificuldade de tal tarefa seria por si só dificílima. “Assim toda ciência verdadeira indaga a si mesma, a alcançar o bem do homem”.
Uma regularidade e/ou irregularidade nos eventos constituintes da Bíblia, seus eventos que moldaram não só o oriente, mas também o povo de Israel.
Pré história de Israel
Este não é um período muito favorável no que diz respeito a informações detalhadas da história de Israel, que deve ser apresentada a partir das fontes, para que sempre de forma adequada possamos refletir sobre o acervo das fontes e interpretar corretamente o material. A início o historiador tem o compromisso de fundamentar sua exposição na totalidade do material das fontes disponíveis: de modo algum apenas o AT pode ser a única fonte, mesmo que em determinados casos, seja a única fonte. É preciso ter clareza do gênero, estilo e expressividade do conteúdo das fontes, para uma correta utilização de método e interpretação das fontes. Isso se aplica não só a fontes extra bíblicas, mas ao AT e sobre tudo a este. Para o historiador não é maior ou menor lidar com fontes Bíblicas, ou mesmo com fontes de outros povos, o trabalho é o mesmo. Desde o surgimento da historiografia moderna com o Iluminismo na Europa, o modo de lidar com fontes históricas mudou, religião e filosofia já não era o modo de se olhar para a história e sim por um método exigente e rigoroso histórico critico dos fatos. Pronunciamento religioso autoritário e teológico não constitui material histórico, a nenhum povo. É objeto do historiador tanto o AT quanto o extra bíblico, e objeto de interpretação histórico critica da mesma como outros documentos da antiguidade.
Israel tinha suas particularidades, inconfundíveis diria, tanto de caráter quanto de estilo, porem outros povos também o tinham. Não deve o historiador procurar no povo de Israel um elemento que o distingue dos demais, de modo a não ser comparado a nada e ninguém, um elemento único não é uma categoria histórica. A história de Israel dispõem de dois elementos: Um literário( i. é, escritos ) e outro arqueológico. E não podemos recorrer de forma unilateral, ambos devem ser usados de forma a se completarem, numa ação recíproca de ferramentas a serviço do esclarecimento de determinado assunto e/ ou questão.
O aumento do volume das fontes literárias que a cada ano está disponível , para exame do historiador, não teríamos como aqui explanar sua totalidade. A situação é bem favorável, alem de fontes Israelitas contamos também com fontes extra israelita proporcionando que ao apenas possamos olhar de dentro, como também de fora. É de suma importância, que aprendamos a olhar amplamente, completamente, sobretudo imparcialmente, analisando e conjecturando quando possível, pois dês focar destes critérios corremos um sério risco de nunca fazermos ciência.
É inegável os registros dos povos vizinhos a Israel, como por exemplo os que citam inimigos em potencial do Egito na Palestina e Síria da 12ª dinastia ( por volta de 1900 a.C ) entre outros, como campanhas militares dos faraós do império novo ( 18ª a 20ª dinastia ) só pra citar algumas, dos muitos relatos registrados pelos egípcios.
A Despedida da Teocracia
Deus é Fiel
Panorama dos Livros da Bíblia
Conheça o que cada livro da Bíblia retrata,
principais tópicos de abordagem.
Dessa f
O
ue diz a Palavra de Deus.
Mapa panorâmico: Veja o resumo dos livros.
Velho Testamento
1. O "Pentateuco" – 5 Livros
Gênesis – 50 Capítulos
O livro das origens. A origem do universo, do gênero
humano, etc. Em grande parte é um registro histórico das
origens do povo escolhido.
Êxodo – 40 Capítulos
O cativeiro, a libertação, e as origens da história de Israel
em seu caminho a Canaã, sob a liderança de Moisés.
Levítico – 27 Capítulos
O livro de leis acerca de moralidade, limpeza, alimento, etc.
Ensina o acesso a Deus através de sacrifícios.
Números – 36 Capítulos
O livro das peregrinações de Israel, o vagar de 40 anos pelo
deserto girando em ciclos.
Deuteronômio – 34 Capítulos
É uma repetição das leis dadas pouco antes da entrada de
Israel em Canaã.
2. Históricos – 12 Livros
Josué – 24 Capítulos
É um registro da conquista de Canaã sob a liderança de
Josué e da divisão da terra entre as doze tribos.
Juízes – 21 Capítulos
É a história das seis servidões de Israel e das várias
libertações da terra através dos quinze juízes.
Rute – 4 Capítulos
É a bela história de Rute, uma ascendente de Davi e de
Jesus Cristo. Uma nora que vale mais que sete filhos.
1 e 2 Samuel – 31 e 24 Capítulos
É a história de Samuel, com as origens e os primeiros anos
da monarquia em Israel sob os reinados de Saul e Davi.
1 e 2 Reis – 22 e 25 Capítulos
É a história das origens do reino de Israel e mais tarde do
reino dividido. Aparecem as personalidades heróicas de
Eliseu e Elias.
1 e 2 Crônicas – 29 e 36 Capítulos
Em grande parte é um registro dos reinados de Davi,
Salomão, e dos reis de Judá até à época do cativeiro.
Esdras – 10 Capítulos
É um registro do regresso dos judeus do cativeiro e da
reconstrução do templo.
Neemias – 13 Capítulos
É um relato da reconstrução dos muros de Jerusalém e do
restabelecimento das ordenanças sagradas.
Ester – 10 Capítulos
É a história da libertação dos judeus pela rainha Éster do
complô de Hamã, e do estabelecimento da festa de Purim.
3. Poéticos – 5 Livros
Jó – 42 Capítulos
O problema do sofrimento, mostrando a maldade de
satanás, a paciência de Jó, a vaidade da filosofia humana, a
necessidade da sabedoria divina, e a libertação final do
sofrimento.
Salmos – 150 Salmos
É uma coleção de cento e cinqüenta cânticos espirituais,
poemas, e orações usadas através dos séculos pelos
judeus e pela igreja para adoração e devoção.
Provérbios – 31 Capítulos
É uma coleção de máximas e dissertações sobre a
sabedoria, temperança, justiça, etc.
Eclesiastes – 12 Capítulos
São reflexões sobre a frivolidade da vida e nossos deveres
e obrigações perante Deus.
O Cântico dos Cânticos – 8 Capítulos - Autor: Salomão, de
acordo com a tradição.
É um poema religioso que simboliza o amor mútuo entre
Cristo e a igreja.
4. Proféticos – 17 Livros
Isaías – 66 Capítulos
O grande profeta da redenção. É um livro rico em profecias
messiânicas, mesclado com maldiçoes pronunciadas sobre
as nações pecadoras.
Jeremias – 52 Capítulos
O profeta chorão. Viveu desde os tempos de Josias até o
cativeiro. Tema principal: a reincidência, o cativeiro e a
restauração dos judeus.
Lamentações – 5 Capítulos
São uma série de clamores de Jeremias, lamentando as
aflições de Israel.
Ezequiel – 48 Capítulos
É um livro de impressionantes metáforas que descrevem
claramente a triste condição do povo de Deus e o caminho,
a exaltação e a glória
futura.
Daniel – 12 Capítulos
É um livro de biografia pessoal e visões apocalípticas
acerca dos ensinamentos de história secular e sagrada.
Oséias – 14 Capítulos
Pensamento central: a apostasia de Israel caracterizada
como adultério espiritual. O livro está cheio de
impressionantes metáforas que descrevem os pecados do
povo.
Joel – 3 Capítulos
Foi um profeta de Judá. Tema principal: o arrependimento
da nação e suas bênçãos. "O dia do Senhor", um tempo de
juízos divinos pode ser transformado em um período de
bênçãos.
Amós – 9 Capítulos
Amós, o profeta pastor, foi um reformador valente, que
denunciava o egoísmo e o pecado. O livro contém uma
série de cinco visões.
Obadias – 1 Capítulo
Tema principal: a condenação de Edom e a libertação final
de Israel.
Jonas – 4 Capítulos
É a história do "missionário relutante", a quem Deus
ensinou, através de uma experiência amarga, a lição da
obediência e a profundidade da misericórdia divina.
Miquéias – 7 Capítulos
É o relato sombrio da condição moral de Israel e de Judá,
mas é também a predição do estabelecimento do reino
messiânico no qual prevalecerá a justiça.
Naum – 3 Capítulos
Tema principal: a destruição de Nínive. Deus promete
libertar Israel da opressão assíria.
Habacuque – 3 Capítulos
Foi escrito no período babilônico ou caldeu. Os mistérios da
providência. Como pode um Deus justo permitir que uma
nação pecadora oprima a Israel?
Sofonias – 3 Capítulos
Embora de tom sombrio e cheio de ameaças, termina numa
visão de glória futura de Israel.
Ageu – 2 Capítulos
Foi colega de Zacarias. Repreendeu ao povo por
negligenciar a construção do segundo templo, mas
prometeu a volta da glória de Deus quando o edifício
estivesse construído.
Zacarias – 14 Capítulos
Conterrâneo de Ageu, ajudou a animar aos judeus a
reconstruírem o templo. Teve uma série de oito visões e viu
o triunfo final do reino de Deus.
Malaquias – 4 Capítulos
É uma descrição gráfica dos últimos períodos da história do
Antigo Testamento, que mostra a necessidade de reformas
antes da vinda do Messias.
Novo Testamento
Mateus – 28 Capítulos
Este evangelho cita muitos textos do Antigo Testamento. Ele
se destinava primordialmente ao público judeu, para o qual
apresentava Jesus como o Messias prometido nas
Escrituras do Antigo Testamento. Mateus narra a história de
Jesus desde o seu nascimento até sua ressurreição e põe
ênfase especial nos ensinamentos do Mestre.
Marcos – 16 Capítulos
Marcos escreveu um Evangelho curto, conciso e cheio de
ação. Seu objetivo era aprofundar a fé e a dedicação para a
qual ele escrevia.
Lucas – 24 Capítulos
Neste evangelho é enfatizado como a salvação em Jesus
está ao alcance de todos. O evangelista mostra como Jesus
estava em contato com as pessoas pobres, com os
necessitados e com os que são desprezados pela
sociedade.
João – 21 Capítulos
Autor: João, o apóstolo.
O Evangelho de João, pela sua forma, se coloca à parte dos
outros três. João organiza sua mensagem enfocando sete
sinais que apontam para Jesus como Filho de Deus. Seu
estilo literário é reflexivo e cheio de imagens e figuras.
Atos dos Apóstolos – 28 Capítulos
Quando Jesus deixou os seus discípulos, o Espírito Santo
veio habitar com eles. Este livro foi escrito por Lucas para
ser um complemento ao seu Evangelho. Ela relata eventos
da história e da ação da igreja cristã primitiva, mostrando
como a fé se propagou no mundo mediterrâneo de então.
Romanos – 16 Capítulos
Nesta importante carta, Paulo escreve aos romanos sobre a
vida no Espírito, que é dada pela fé aos que crêem em
Cristo. O apóstolo reafirma a grande bondade de Deus e
declara que, através de Jesus Cristo, Deus nos aceita e nos
liberta de nossos pecados.
1 Coríntios – 16 Capítulos
Esta carta trata especificamente dos problemas que a igreja
de Corinto estava enfrentando: dissensão, imoralidade,
problemas quanto à forma da adoração pública e confusão
sobre os dons do Espírito.
2 Coríntios – 13 Capítulos
Nesta carta o Apóstolo Paulo escreve sobre seu
relacionamento com a igreja de Corinto e as dificuldades
que alguns falsos profetas haviam trazido ao seu ministério.
Gálatas – 6 Capítulos
Esta carta expõe a liberdade da pessoa que crê em Cristo
com respeito à lei. Paulo declara que é somente pela fé que
as pessoas são reconciliadas com Deus.
Efésios – 6 Capítulos
O tema central desta carta é o propósito eterno de Deus:
Jesus Cristo é a cabeça da igreja, que é formada a partir de
muitas nações e raças.
Filipenses – 4 Capítulos
A ênfase desta carta está no gozo que o crente em Cristo
encontra em todas as circunstâncias da vida. O Apóstolo
Paulo a escreveu quando estava encarcerado.
Colossenses – 4 Capítulos
Nesta carta o Apóstolo Paulo diz aos cristãos de Colossos
que abandonem suas superstições e que Cristo seja o
centro de sua vida.
1 Tessalonicenses – 5 Capítulos
O Apóstolo Paulo dá orientações aos cristãos de
Tessalônica a respeito da volta de Jesus ao mundo.
2 Tessalonicenses – 3 Capítulos
Como em sua primeira carta, o Apóstolo Paulo fala do
retorno de Jesus ao mundo. Também trata de preparar os
cristãos para a vinda do Senhor.
1 Timóteo – 6 Capítulos
Esta carta serve de orientação a Timóteo, um jovem líder da
igreja primitiva. O Apóstolo Paulo lhe dá conselhos sobre a
adoração, o ministério e os relacionamentos dentro da
igreja.
2 Timóteo – 4 Capítulos
Nesta carta, escrita pelo Apóstolo Paulo, ele lança um último
desafio a seus companheiros de trabalho.
Tito – 3 Capítulos
Tito era ministro em Creta. Nesta carta o Apóstolo Paulo o
orienta sobre como ajudar os novos cristãos.
Filemon – 1 Capítulo
Filemom é instado a perdoar seu escravo, Onésimo, que
havia fugido. Filemom deveria aceita-lo de volta como a um
amigo em Cristo.
Hebreus – 13 Capítulos
Esta carta exorta os novos cristãos à não observarem mais
rituais e cerimônias tradicionais, pois, em Cristo, eles já
foram cumpridos.
Tiago – 5 Capítulos
Tiago aconselha os cristãos a viverem na prática a sua fé e,
além disso, oferece idéias como isso pode ser feito.
1 Pedro – 5 Capítulos
Esta carta foi escrita para confortas os cristãos da igreja
primitiva que estavam sendo perseguidos por causa de sua
fé.
2 Pedro – 3 Capítulos
Nesta carta o Apóstolo Pedro adverte os cristãos sobre os
falsos mestres e os estimula a continuarem leais a Deus.
1 João – 5 Capítulos
Esta carta explica verdades básicas sobre a vida cristã com
ênfase no mandamento de amarem uns aos outros.
2 João – 1 Capítulo
Esta carta, dirigida à "senhora eleita e aos seus filhos"
[alguns crêem que o Apóstolo se refere a uma senhora
cristã e sua família, que viviam em Éfeso; outros, que é a
personificação de uma igreja e seus membros], adverte os
cristãos quanto aos falsos profetas.
3 João – 1 Capítulo
Em contraste com sua segunda carta, esta fala da
necessidade de receber os que pregam a Cristo.
Judas – 1 Capítulo
Judas adverte seus leitores sobre a má influência de
pessoas alheias à irmandade dos cristãos.
Apocalípse – 22 Capítulos
Este livro foi escrito para encorajar os cristãos que estavam
sendo perseguidos e para firmá-los na confiança de que
Deus cuidará deles. Usando símbolos e visões, o escritor
ilustra o triunfo do bem sobre o mal e a criação de uma nova
terra e um novo céu.