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quarta-feira, 20 de outubro de 2010



Antes de tudo e preciso dizer o quanto em nossos dias é importante por parte de todos, terem consciência, mesmo por parte daqueles que não tem tanta intimidade, ou gosto pela Internet, o quanto é importante e viável a evangelização pela Internet, e o quando pode ser prazeroso, ao mesmo tempo em que nos relacionamos. Hoje a maior rede de relacionamento o Orkut, já detém entre seus membros cerca de 33 milhões de usuários no Brasil, o Twitter e Facebook também vem crescendo muito no Brasil, contando também com milhões de Usuários pelo Mundo, pesquisas mostram que mais e mais pessoas usam, e passam, parte de seu tempo em redes sociais, um dado pouco conhecido, e que, no Orkut se acha mais evangélico, que em muitos lugares, a presença de irmãos é comum nessa rede social, Twitter a mesma situação, no Facebook é como diz nosso Senhor Jesus: “Os campos estão brancos...” é possível se relacionar, ou seja, criar amizades com pessoas de todo o mundo, e deixar o bicho papão do idioma de lado, pois na Internet, é farta a opção de tradutores, e navegadores que traduzem as paginas de um site automaticamente, facilitando e para o propósito que tratamos, aproximando mais e mais as pessoas, não importando o lugar ou língua. Bem, como evangelizar em redes sociais? Pode até parecer simples, e muitas vezes até o é, mas muitas pessoas não levam em consideração um fato muito simples, se nossa rede de “amigos” forem todos evangélicos, quem evangelizaremos? No Maximo levantaríamos os caídos, o que é muito bom, mas queremos o que? EVANGELIZAR não é, então temos que conseguir “amizades” que não sejam evangélicas, uma questão importante antes de prosseguirmos é a seguinte: Na maioria dos casos só conseguimos enviar recados para aqueles que são nossos “amigos” daí a importância de se fazer “amizades “ pois não é só na forma de recados que se pode evangelizar, mas também e sobretudo o testemunho, como? Pode até parecer estranho a nossa noção de humildade, mas virtualmente e desta forma, que é chamar a atenção de nossos “amigos” para nós, pois a mecânica dentro das redes sociais funciona dessa maneira. Devemos então ter um perfil (no Facebook chama-se: mural) que seja o mais lindo e que diga muito sobre você, com foto bem alegre, vídeos seus e da sua igreja, são muito bem-vindos. ( no Orkut só são aceitos vídeos do Youtube) Para que seus “amigos ” sempre tenha atualizações suas e assim sejam evangelizados, um bom navegador para isso é o Internet Explorer. Instale nele uma barra de ferramentas da Google, esta tem a ferramenta com o ícone do Orkut, para fazer com que você poste uma atualização em seu perfil no Orkut, o tipo de atualização a que me refiro, e como é comum em redes sociais, gostamos de compartilhar em nosso perfil tudo que gostamos de outros sites, mas muitos deles não compartilham com o Orkut, ou seja, não tem a função compartilhar para o Orkut, deixando de fora muita coisa boa, mas com essa barra de ferramentas da Google essa dificuldade é superada, essa é uma das coisas que devemos prestar muita atenção, que é sempre usar a função compartilhar disponibilizadas nos sites para que nossos “amigos” saibam e conheçam bons documentários, vídeos(não só do Youtube), filmes e artigos que falem de nossa fé, assim a evangelização é feita de forma subjetiva, não direta que é muito mais eficiente e constante, nada incomoda para quem vê, pois esta não chega ao nossos “amigos” por meio de recados, mas por meio de nossas atualizações, e visualizadas por amigos, em suas paginas iniciais. Outra dica que deixo, é criar “amizades” por todo o Brasil, pois nosso país é imenso como sabemos, e em muitos lugares a carência de igrejas e pessoas que evangelizem é grande, e o vazio dentro das pessoas também, muitas querendo alguém, com quem desabafar, sedentas por uma palavra AMIGA, um AMIGO (A) para contar. Nunca nos esqueçamos o que disse nosso Senhor: “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.”

Nelson Oliveira

Bacharel em teologia

Profº de informática



Missões como missão

Por: Nelson Oliveira

Jesus em certa ocasião disse que o tempo estava cumprido, e o reino de Deus estava próximo. E pedia veemente para crerem no evangelho, pregação esta que muitos se converteram e foram feitos pescadores de homens. Pescadores de homens... Sem duvida que Jesus tinha em mente todas as dificuldades, com que se depara uma pessoa que intenta, como disse Jesus: “pescar homens”, pois tanto na época de Jesus como também em nossos dias, em algum momento enfrentamos resistência, e Jesus em sua Missão de Boas novas, enfrentou as mais terríveis resistências que a obra de Deus pode enfrentar a resistência por aqueles que dizem e professam seguir a Deus. Uma dela é registrada no livro de Marcos 2. 23-28 contra os Fariseus, as História se desenrola da seguinte forma: Jesus e seus discípulos caminhavam num grande campo de colheita, e resolveram colher algumas espigas de milho, os Fariseus olharam aquela situação, e prontamente manifestaram seu descontentamento; e segundo suas palavras, diziam: “no sábado não é licito tal coisa!” Esse tipo de situação as vezes nos parece restrita a Bíblia, mas é tão comum nos dias de Hoje, como o foi nos dias de Jesus. Jesus em sua resposta ao questionamento daqueles Homens lhes dá uma resposta que eles, e mesmo nos dias de Hoje, muitos não entendem. E ele diz o seguinte: Vocês já escutaram, quando seus pais lhe contaram, que Davi, na época do sumo sacerdote Abiatar, comeu o pão do serviço sacerdotal, algo que só era licito aos sacerdotes, por motivo de estarem com fome e necessitado. Vocês acreditam que o homem foi feito para o sábado? Uma resposta fantástica, e que mexia no âmago religioso daqueles homens, o que Jesus disse, colocando em outras palavras, é que, as leis que Deus deu ao seu povo Israel e a todos nós, não pode nos afastar dele, e sim, ser uma benção em nossas vidas, pois colher espigas, ou seja, trabalhar, curar alguém, ou em uma de suas parábolas que diz que um homem tinha uma de suas ovelhas acidentada, deixaria para outro dia, uma emergência? Não é o caso da emergência estar acima da lei, mas lembremos o porquê de se haver à lei, que é dizer o que é pecado, e não cometer um. Fazer missões é ter uma missão, a de não deixar de fazer o bem, em todo o tempo, Deus nos deu leis e preceitos, para não pecar, e não cometer um pecado. Quantos de nós, na verdade a maioria; sequer chega perto de pessoas que não tem o mesmo comportamento que o nosso? Aos quietos, longe dos que falam bastante, e vice- versa, aos extremamente religiosos, longe e calados daqueles de seu ambiente de trabalho, sentem-se afrontados com qualquer tipo de aproximação. Estes brilham, mas debaixo de uma candeia, não para iluminar o lugar como um todo, tais pessoas nem se dão conta de que não tem uma missão, de que como aqueles Fariseus,seus olhares não estão de fato olhando o propósito com que Deus faz as coisas. Nunca faremos missões com uma missão, se não deixamos nossas opiniões e fazer a obra de Deus com opinião de Deus, com sua perspectiva que é, e sem duvidas, sempre será a melhor. Deus nos quer com o pensamento convicto, de que ele é Deus, e sabe o que é bom e salvador para o homem. Devemos evangelizar? Sim, claro que sim, em todo tempo e lugar, com prudência; alegria; unção e, sobretudo com muito amor no coração, pois somente esta é a nossa arma contra o inimigo e todas as circunstâncias que impedem que amemos aqueles que são diferentes de nós. Irmãos, missões com missão!

Nelson Oliveira

Bacharel em teologia

Profº de informática

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Divisões do livro: O nosso livro de Salmos contém cinco partes ou livros:

Livro I – Salmos 1- 41 Livro IV – Salmos 90 - 106

Livro II – Salmos 42 - 72 Livro V – Salmos 107-150

Livro III – Salmos 73 - 89

Autores dos salmos: Os títulos identificam os autores da maioria dos salmos.

Davi escreveu 38 ou 39 de 41 salmos no Livro I

Davi – 3-9,11-32,34-41 2*

Autor não identificado – 1,10,33 (Alguns atribuem Salmo 10 a Davi, pois parece
uma continuação do 9 em estilo e mensagem. Estes dois
aparecem como um só Salmo na LXX e em algumas traduções
modernas da Bíblia)

Ele escreveu 18 de 31 salmos no Livro II

Davi – 51-65,68-70

Filhos de Corá – 42,44-49

Asafe – 50

Salomão – 72

Autor não identificado – 43,66,67,71 (Salmo 43 é uma continuação do 42, e assim
provavelmente fosse escrito pelos Filhos de Corá, também)

Asafe e os Filhos de Corá, cantores em Jerusalém, escreveram quase todos os salmos no Livro III

Davi – 86

Asafe – 73-83

Filhos de Corá – 84-85,87-88

Etã, ezraíta – 89

O autor não se identifica na maioria dos salmos no Livro IV:

Davi – 101,103 95*, 96*, 105*, 106*

Moisés – 90

Autor não identificado – 91-94, 97-100, 102,104

Davi escreveu 15 dos salmos no Livro V. A maioria não tem autor identificado:

Davi – 108-110,122,124,131,133,138-145

Salomão – 127

Autor não identificado – 107,111-121,123,125-126, 128-130,132,134-137,146-149 (150 é a doxologia final do livro)

*Obs.: Ao todo, Davi é identificado pelos títulos como autor de 73 dos Salmos. 1 Crônicas 16 contém porções
de Salmos 96 e 105 e a doxologia no final do 106, os atribuindo a Davi. Segundo comentários no Novo Testamento,
podemos lhe atribuir mais dois (Atos 4:25 – Salmo 2; Hebreus 4:7 – Salmo 95). Se acrescentarmos
Salmo 10 à lista (veja comentário acima), teríamos 79 Salmos escritos total ou parcialmente por Davi.
Ainda é provável que ele tenha contribuído com mais alguns, sem se identificar.

Datas dos salmos: Alguns se referem a seu contexto histórico (51,52,54, etc.). Em geral, abrangem 900 anos,
de Moisés (90) até o cativeiro na Babilônia (veja 137:1), e continuando até a volta do cativeiro (veja 147:2).

Paralelismo
nos livros de sabedoria do Velho Testamento

Ritmo, uma das características de muita poesia, geralmente se perde no processo de tradução de um idioma
para outro. Por isso, conseguimos cantar os salmos somente com alguma adaptação métrica.

Mas há uma outra característica de poesia muito evidente em livros como Salmos e Provérbios. Paralelismo é
uma colocação de idéias, normalmente duas, numa estrutura que enfatiza a semelhança ou o contraste entre elas.
Diversos estudiosos identificam vários tipos de paralelismo nesses livros. Entre os exemplos mais comuns são:

1. Paralelismo sinonímico: Repete idéias idênticas ou semelhantes usando palavras diferentes.

Salmo 15:1 – Quem, Senhor, habitará no teu tabernáculo?
Quem há de morar no teu santo monte?

Salmo 19:2 – Um dia discursa a outro dia,
e uma noite revela conhecimento a outra noite.

2. Paralelismo antitético: Apresenta um contraste entre idéias ou imagens.

Salmo 1:6 – Pois o Senhor conhece o caminho dos justos,
mas o caminho dos ímpios perecerá.

Provérbios 14:28 – Na multidão do povo, está a glória do rei,
mas, na falta de povo, a ruína do príncipe.

Provérbios 14:34 – A justiça exalta as nações,
mas o pecado é o opróbrio dos povos.

3. Paralelismo sintético ou construtivo: A segunda parte completa ou acrescenta à primeira parte. Às vezes,
repete uma parte da primeira frase e continua com maior desenvolvimento da mesma idéia.

Salmo 29:1 – Tributai ao Senhor, filhos de Deus,
tributai ao Senhor glória e força.

Salmo 145:18 – Perto está o Senhor de todos os que o invocam,
de todos os que o invocam em verdade.

4. Paralelismo emblemático ou simbólico: Uma linha serve como ilustração paralela ao ensinamento real
da outra. Os tradutores, freqüentemente, simplificam a expressão usando palavras de comparação: “como....assim”.

Provérbios 11:22 – Como jóia de ouro em focinho de porco,
assim é a mulher formosa que não tem discrição.

Provérbios 25:25 – Como água fria para o sedento,
tais são as boas-novas vindas de um país remoto.
 

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