quarta-feira, 20 de outubro de 2010




Missões como missão

Por: Nelson Oliveira

Jesus em certa ocasião disse que o tempo estava cumprido, e o reino de Deus estava próximo. E pedia veemente para crerem no evangelho, pregação esta que muitos se converteram e foram feitos pescadores de homens. Pescadores de homens... Sem duvida que Jesus tinha em mente todas as dificuldades, com que se depara uma pessoa que intenta, como disse Jesus: “pescar homens”, pois tanto na época de Jesus como também em nossos dias, em algum momento enfrentamos resistência, e Jesus em sua Missão de Boas novas, enfrentou as mais terríveis resistências que a obra de Deus pode enfrentar a resistência por aqueles que dizem e professam seguir a Deus. Uma dela é registrada no livro de Marcos 2. 23-28 contra os Fariseus, as História se desenrola da seguinte forma: Jesus e seus discípulos caminhavam num grande campo de colheita, e resolveram colher algumas espigas de milho, os Fariseus olharam aquela situação, e prontamente manifestaram seu descontentamento; e segundo suas palavras, diziam: “no sábado não é licito tal coisa!” Esse tipo de situação as vezes nos parece restrita a Bíblia, mas é tão comum nos dias de Hoje, como o foi nos dias de Jesus. Jesus em sua resposta ao questionamento daqueles Homens lhes dá uma resposta que eles, e mesmo nos dias de Hoje, muitos não entendem. E ele diz o seguinte: Vocês já escutaram, quando seus pais lhe contaram, que Davi, na época do sumo sacerdote Abiatar, comeu o pão do serviço sacerdotal, algo que só era licito aos sacerdotes, por motivo de estarem com fome e necessitado. Vocês acreditam que o homem foi feito para o sábado? Uma resposta fantástica, e que mexia no âmago religioso daqueles homens, o que Jesus disse, colocando em outras palavras, é que, as leis que Deus deu ao seu povo Israel e a todos nós, não pode nos afastar dele, e sim, ser uma benção em nossas vidas, pois colher espigas, ou seja, trabalhar, curar alguém, ou em uma de suas parábolas que diz que um homem tinha uma de suas ovelhas acidentada, deixaria para outro dia, uma emergência? Não é o caso da emergência estar acima da lei, mas lembremos o porquê de se haver à lei, que é dizer o que é pecado, e não cometer um. Fazer missões é ter uma missão, a de não deixar de fazer o bem, em todo o tempo, Deus nos deu leis e preceitos, para não pecar, e não cometer um pecado. Quantos de nós, na verdade a maioria; sequer chega perto de pessoas que não tem o mesmo comportamento que o nosso? Aos quietos, longe dos que falam bastante, e vice- versa, aos extremamente religiosos, longe e calados daqueles de seu ambiente de trabalho, sentem-se afrontados com qualquer tipo de aproximação. Estes brilham, mas debaixo de uma candeia, não para iluminar o lugar como um todo, tais pessoas nem se dão conta de que não tem uma missão, de que como aqueles Fariseus,seus olhares não estão de fato olhando o propósito com que Deus faz as coisas. Nunca faremos missões com uma missão, se não deixamos nossas opiniões e fazer a obra de Deus com opinião de Deus, com sua perspectiva que é, e sem duvidas, sempre será a melhor. Deus nos quer com o pensamento convicto, de que ele é Deus, e sabe o que é bom e salvador para o homem. Devemos evangelizar? Sim, claro que sim, em todo tempo e lugar, com prudência; alegria; unção e, sobretudo com muito amor no coração, pois somente esta é a nossa arma contra o inimigo e todas as circunstâncias que impedem que amemos aqueles que são diferentes de nós. Irmãos, missões com missão!

Nelson Oliveira

Bacharel em teologia

Profº de informática

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